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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Comidas fake: veja cinco alimentos que não são o que parecem

É um problema contemporâneo: nem sempre você come o que acha que está comendo.
Os rótulos enganam, os processos de manufatura alimentícia não parecem ser tão confiáveis quanto nós gostaríamos que fossem e vez ou outra um escândalo acaba mostrando isso pra gente: lembra dos mais de 12 países europeus atingidos pelo escândalo envolvendo venda de carne de cavalo no lugar de carne de vaca no início desse ano? A carne de cavalo no lugar da de boi e vaca, aliás, nem é exclusividade europeia: no início do mês, em Pernambuco, a polícia apreendeu 500 quilos de carne de cavalo que estavam sendo usados para fazer cachorro-quente.
Nos EUA, a ONG U.S. Pharmacopeial Convention informou, em janeiro deste ano, que entre os alimentos mais camuflados nos EUA estão o azeite, que é vendido misturado com óleos mais baratos, o chá, que é diluído com outras ervas - até grama! - e temperos como páprica e açafrão, que são adulterados com corantes de alimentos que imitam as cores desses condimentos.
Ninguém está à salvo: a realidade é que só dá pra ter certeza do que se está comendo se é você o responsável pela cadeia de produção da sua comida. E como isso é algo muito raro nesses tempos, vale lembrar os cinco alimentos que você achou que estivesse comendo mas, na verdade, não passam de pura engenharia alimentícia.

Editora Globo
Chocolate que não é chocolate As leis brasileiras são claras em relação ao que é um chocolate: para ser classificado como tal, um produto precisa ter pelo menos 25% de cacau. Acontece que, de acordo com umaentrevista do presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) para o portal UOL na última semana, um em cada três chocolates no Brasil não concentra essa quantidade de cacau e, portanto, não pode ser considerado chocolate. Na reportagem, Lessa estima que praticamente 35% dos chocolates comuns nas prateleiras, produzidos pelas grandes empresas alimentícias, são doces tipo chocolate. Segundo com ele, muitos afirmam ter alta porcentagem de cacau, mas estariam enganando o consumidor, já que não haveria fiscalização que comprovasse esse tipo de informação do rótulo - e informar esse número, aliás, nem é obrigatório por lei. Em vez de cacau, esses doces contém altas quantidades de açúcar e gordura.
Editora Globo
Pão e biscoito integral que não são, digamos, integralmente integrais
Alimentos integrais são grãos que não passam por um processo de refinamento. Com as fibras preservadas, eles ajudam a limpar o organismo: mantém os níveis de colesterol baixos e controlam os picos de insulina no sangue, aumentando a saciedade e facilitando o emagrecimento. Só que comprar pães e biscoitos integrais não é tão fácil quanto parece. É que a Anvisa não estabelece nenhuma regra para a fabricação desses produtos, como por exemplo uma porcentagem mínima de farinha integral na composição para que ela possa ser chamado assim. Comece a ler as embalagens com bastante atenção e você vai reparar que a maioria desses alimentos nas prateleiras também inclui farinha refinada na composição. Ou seja: na maioria das vezes, pão integral não é 100% integral. E em alguns casos, a porcentagem de farinha integral pode chegar a apenas 30%. Para ter certeza que não está levando gato por lebre, lembre-se dessa dica: o pão realmente integral tem de 3 a 5 gramas de fibras a cada 50 gramas de pão. Fique de olho na tabela nutricional.
Editora Globo
Cereja que é feita de chuchu
O chuchu é o vegetal mais sem personalidade que existe. E a cereja é cara no mundo tropical. Por isso, confeiteiros e culinaristas muitas vezes recorrem a um truque culinário que transforma o chuchu em cerejas em calda. Elas são usadas em bolos e tortas, e você provavelmente já comeu muito chuchu por cereja nessa vida. Claro que cerejas frescas, daquelas que a gente só come no Natal (e que são importadas) não fazem parte da farsa alimentícia. Mas aquela cerejinha que enfeita a fatia de bolo da padaria da esquina por cima do marshmallow provavelmente é uma farsante.
Editora Globo

Carne de siri que é feita de todo o resto que há no mar, menos siri
Ele é a estrela do restaurante japonês: o kani é o coringa dos sushis mais sem-graça da bandeja. É usado também em saladas orientais e até como snack. O kani, como se sabe, é feito de carne de siri processada. Só que não. Carne de siri de verdade é cara - e o kani que conhecemos certamente não seria tão abundante assim se esse não fosse o caso. A principal matéria prima do kani é o surimi, uma massa feita de carnes de diferentes tipos de pescados e misturada com coisas como amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, extratos aromatizantes de caranguejo e lagostas, sal, vinho de arroz e até glutamato monossódico, uma substância difícil de ser metabolizada pelo corpo e que pode até causar câncer. O pigmento rosa? É Colchonilla, um corante alimentício avermelhado que é obtido esmagando-se um inseto vermelho de mesmo nome.
Editora Globo
Manteiga na pipoca do cinema que é, na verdade, óleo de soja e aromatizante artificial
Não tem nada mais aconchegante do que o cheirinho de pipoca amanteigada ao entrar no hall do cinema. Aquele cheiro antecipa todo o lazer e conforto o que você espera das duas horas que vai passar aninhado naquela poltrona. Pena que esse aroma tão emblemático é uma farsa. Para você ter uma ideia, em 2011, redes de cinema norte-americanas se recusaram a informar exatamente o que eles colocam em suas pipocas. Manteiga é cara e existem alternativas mais baratas e que não deixam a pipoca tão murcha: as pipocas de cinema costumam ser banhadas com óleo de soja com sabor artificial de manteiga, além de um pouco de beta caroteno pra ajudar na cor.por Ana Freitashttp://revistagalileu.globo.com/
(fotos: Wikimedia Commons)
quinta-feira, 7 de junho de 2012

Creme para as mãos Castanha-do-Brasil Equate

Não tem pele que resista sem hidratação com a chegada dos dias frios, não é? E, se o corpo inteiro precisa de mais cuidados, o mesmo acontece com as mãos. Depois que recebi da assessoria de imprensa do Walmart o creme para as mãos Castanha-do-Brasil, da Equate, comecei a usá-lo à noite, em casa (deixei o da Loungerie, resenhado aqui, no trabalho).

O resultado? Impressionada com a absorção desse hidratante! Sério, você passa e pouquíssimo tempo depois a pele está lisinha, sem residual. Essa é, inclusive, uma das promessas do produto, cumprida com louvor! O aroma é gostoso e levinho – me fez lembrar da Polpa Hidratante para Mãos e Unhas Castanha, da linha Natura Ekos.


No site do Walmart, curiosamente, não tem pra vender! Mas nas lojas físicas está disponível, com certeza, pois a Equate é marca própria do supermercado. Considerando a média de preço dos demais produtos, deve ser baratinho! São 60 gramas de creme.
A Sá testou esses dias um da Natura e aqui tem todos os posts onde já falamos sobre hidratantes para as mãos!
quarta-feira, 6 de junho de 2012

Empadão da Lulu



Ingredientes

Massa:

1 kg de farinha de trigo sem fermento
500 grs de margarina
1 1/2 de creme ou sopa de cebola
1/2 colher de sobremesa de sal
Recheio

2 tomates picados sem sementes
1 pimentão verde médio picado em tiras
1 cebola branca média cortada em cubinhos
800 grs de filé de peito de frango desfiado e temperado Rica ( ou pode 1kg de peito de frango cozido
desfiado)
1 cubo de caldo de galinha
1/2 xícara de azeite para refogar os temperos
2 dentes de amassados
1 sachê de Molho Pronto de sua preferência
1 maço de cheiro-verde picado
2 copos (200grs) de requeijão
Montagem

2 gemas misturada com 1 fio de azeite para pincelar o empadão
modo de preparo

Massa

Coloque numa vasilha funda a farinha, margarina, o creme ou sopa de cebola e o sal. Misture com as mãos até que consiga ter uma massa homogênea, faça uma bola, cubra com um pano de prato limpo e seco e leve à geladeira por 20 minutos.

Recheiro

Coloque o azeite numa panela funda e alta, refogue a cebola e quando estiver dourada, acrescente os tomates, o pimentão e o caldo de galinha. Deixe apurar.Coloque o peito de frango cozido e desfiado, o sachê de molho pronto e cheiro-verde. Se estiver com muito caldo pode engrossar com uma mistura água e amido de milho ou farinha de trigo. Deixe engrossar, prove o ponto de sal.

Montagem

Forre uma fôrma de sua preferência, com metade da massa que não ficar muito grossa, espalhe o recheio e por cima vá colocando o requeijão com uma colher.Não espalhe. Cubra com o restante da massa, pincele com as gemas misturadas com o fio d e óleo. Leve para assar em forno médio (180º) pré-aquecido por 45 a 50 minutos.Deixe esfriar para cortar e comer.Fica uma delícia.

Para acompanhar pode fazer uma salada de alface com rúcula e arroz branco.

É só comer e saborear.

Chocolate Quente da Lu


Ingredientes:

1 barra de 500g de chocolate meio amargo ou ao leite
2 caixinhas creme de leite
Modo de Preparo:

derreta o chocolate em banho maria , desligue o fogo e misture as 2 cxs. de creme de leite.
Em uma xicara media coleque duas colheres bem cheias de chocolate e complete com leite quente, polvilhe por cima um pouquinho de chocolate em p
Misture bem e deguste o melhor chocolate quente do mundo.
O restante guarda na geladeira e aproveite a cada friozinho!

Panquecas

.
Ingredientes:

1 copo(s) de farinha de trigo
1 copo(s) de leite
1 colher(es) (sopa) de amido de milho
2 unidade(s) de ovo
quanto baste de sal
1 colher(es) (sopa) de óleo de soja
1 colher(es) (sopa) de queijo ralado
Modo de preparo:

Bater tudo no liqüidificador.
Fritar as panquecas e rechear a gosto:frango,palmito ou carne.

Sopa de ervilha



ingredientes

  • 500 gr de ervilha
  • 2 paio
  • 2 lingüiça calabresa
  • 200 gr de bacon
  • 500 ml de agua
  • alho
  • 1 cubo de caldo de bacon
  • sal a gosto
  • oléo

modo de preparo

coloque um fio de óleo no fundo de uma panela de pressão doure o alho e misture o bacon e as lingüiças e refogue bem.
Em seguida coloque as ervilhas o caldo de bacon e cubra com a agua.
Deixe cozinhar por 20 min abra a panela mecha p/ soltar do fundo e volte a pressão por mais 20 min

De onde veio a marca Melissa? Conheça sua história



De onde viemos?
Meninas charmosas, de atitude, informadas sobre temas como moda, comportamento e sustentabilidade e interessadas em tecnologia e design (e, portanto, apaixonadas por Melissa) não imaginam que a marca trilhou um longo caminho pra chegar aos dias de hoje. Por isso, preparamos uma mini-história e resgatamos alguns anos marcantes na vida do acessório mais fashion do Brasil.
Era uma vez
Melissa nasceu em 1979, quando as sandálias usadas pelos pescadores da Riviera Francesa se revelaram uma ótima inspiração para criar sapatos estilosos, que, feitos de plástico, têm o objetivode ser uma alternativa ao comum. O sucesso, desde então, foi enorme.Meninas e jovens mulheres cresceram tendo a Melissa como parte de suas vidas. De suas campanhas e filmes publicitários, fizeram parte atrizes, modelos e personalidades, como, por exemplo, a modelo Cláudia Schiffer. Há alguns anos, a marca, que redescobriu sua vocação fashion, passou a investir em parcerias com profissionais de várias áreas, como o estilista Alexandre Herchcovitch (um dos brasileiros mais renomados dentro e fora do Brasil), os designers Fernando e Humberto Campana e o badalado stylist inglês Judy Blame, famoso por seus editoriais para a revista ID e pelo visual de famosos como Boy George e Björk. Mais uma vez, Melissa conquistou o público, o que a levou a comemorar seus 25 anos (completados em 2005) com a criação de uma exposição que vai ficar na história da marcae também da moda brasileira: a Plastic.o.rama Made in Brazil, em que 90 profissionais de diversas áreas interpretaram a seu gosto um par original de Melissas, modelo Aranha 1979. A idéia fez tamanho sucesso, que acabou virando livro e também sete modelos usáveis, distribuídos ao público visitante do SPFW em sua 19ª edição. Outro marco na trajetória da marca é a inauguração da Galeria Melissa na rua Oscar Freire, em pleno circuito fashion paulistano, em agosto de 2005. O espaço, de vocação multidisciplinar, é ponto-de-encontro entre o universo da Melissa, coleções criadas por parceiros da marca com total exclusividade, lançamentos de produtos especiais e exposições ligadas a temas como design, fotografia, moda, beleza e tecnologia. Imponente graças à sua fachada supercolorida e constantemente renovada, a Galeria tem o jeito da Melissa: dinâmica, moderna e sempre buscando novidades para assim, em plástico, construir sua história.
Foto e informações: Tudo Melissa
quarta-feira, 9 de maio de 2012

Creme de Milho da Vovó


Rosas


1. Onde plantar?
De preferência, num local ensolarado e bem arejado. Para florescer bem e praticamente o ano todo, a roseira precisa de sol pleno, ou seja, pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Recomenda-se um local arejado, para evitar a o surgimento de fungos nas folhas e flores, especialmente em regiões chuvosas.

2. Que tipo de solo é mais adequado?
As roseiras podem se desenvolver bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível garantir uma terra mais para argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus é especialmente benéfico para as rosas. Quanto ao pH, o índice ideal situa-se entre 6,5 e 7 (neutro). Em lojas de produtos para jardinagem, é possível adquirir kits para medir o pH do solo. Se for necessário fazer a correção, uma boa dica é a seguinte: a adição de 150g de calcário dolomítico por m2 de canteiro eleva em 1 ponto o índice de pH; por outro lado, 150g de sulfato de ferro por m2, diminui o pH em 1 ponto.

3. Como preparar o canteiro?
Cerca de uma semana antes de plantar as mudas, cave bem a terra até cerca de 40 cm de profundidade. Para cada m2 de canteiro, incorpore uma mistura de 15 Kg de esterco curtido de gado e 200g de farinha de ossos.

4. Qual é o espaçamento que devemos deixar entre as mudas na hora do plantio?
Existem vários tipos ou variedades de roseiras (silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras e cercas-vivas) e o espaçamento vai depender da variedade de rosa que estiver sendo plantada. É possível basear-se no seguinte:

· arbustivas: 1 metro entre as mudas
· trepadeiras: de 1 a 2 metros entre as mudas
· cercas-vivas: 50 a 80 cm entre as mudas
· híbridas-de-chá e sempre-floridas: 50 cm entre as mudas
· miniaturas: 20 a 30 cm entre as mudas
· rasteiras: 30 cm entre as mudas

5. Qual é o período ideal para o plantio?
Se o plantio for feito com mudas "envasadas" (normalmente vendidas em sacos plásticos), não há restrição para o plantio: pode ser feito em qualquer época do ano, mas os especialistas recomendam evitar os meses mais quentes, sempre que possível. Já para o plantio com mudas chamadas de "raiz nua", o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

6. Como devem ser as regas das roseiras?
Logo após o plantio das mudas e até a primeira floração, regue moderadamente, mas todos os dias. Depois disso, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas é possível até suspender as regas. Uma dica: a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.

7. Qual é a adubação indicada para fortalecer e estimular a floração das roseiras?
De preferência, deve-se fazer de 2 a 3 adubações anuais: a primeira logo após a poda anual (entre julho e agosto); a segunda entre novembro e dezembro e a terceira entre os meses de janeiro e fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, baseada em esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona. As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são as seguintes:

· 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico
· 200g de farinha de ossos
· 100g de torta de mamona

Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

8. Quando deve ser feita a poda?
A primeira poda deve ser feita cerca de um ano após o plantio e repetida todos os anos, entre os meses de julho e agosto. Saiba mais, lendo a matéria "Poda das Roseiras".

9. Quais são os maiores inimigos das roseiras e como combatê-los?
As pragas e as doenças são grandes inimigas das roseiras. Vá até "Para ter rosas sempre lindas" e saiba tudo sobre elas.

 http://www.jardimdeflores.com.br
quarta-feira, 2 de maio de 2012

Cuidados com a pele durante o inverno.



A tendência no inverno é a pele ser mais atingida por variações térmicas. Nessa época, é comum nossa pele apresentar áreas ressecadas que chegam a apresentar rachaduras e, em alguns casos, até sangramento. Quem tem rugas tende a sofrer um pouco mais nessa época do ano porque elas aparecem mais, devido ao ressecamento natural da pele no período de frio. Portanto, a maior preocupação que se deve ter com a pele durante o inverno é em hidratar a epiderme, a camada mais superficial da pele.
A hidratação da pele se dá por via interna e externa. A interna acontece quando o suor, constituído por água e sais minerais, atravessa as várias camadas da pele, chegando à epiderme. A externa se dá quando introduzimos água, por meio de produtos farmacêuticos e cosméticos, nas camadas mais externas da pele.
No verão, as altas temperaturas fazem com que o corpo produza mais suor, levando água das camadas mais profundas para a epiderme, mantendo a pele sempre hidratada. No inverno, a produção de suor diminui e o corpo deixa de contar com esta alternativa de hidratação, sendo fundamental usar hidratantes.
Para que hidratante cumpra seu papel, a pele tem que estar limpa, portanto, a atenção neste quesito deve ser redobrada, mas é preciso prestar atenção para que a limpeza exagerada não tire o manto hidro-lipídico, a camada de gordura da pele.
O mecanismo de hidratação natural da pele é garantido pela capa mais externa dela, que impede a perda de líquido. Quando o corpo é exposto à água quente e aos sabonetes alcalinos, essa capa de proteção natural, chamada de lipoproteica, é removida, fazendo com que a pele perca água para o meio e desidrate.
O uso da bucha é permitido para o corpo, pois ajuda a eliminar células mortas. Mas a hidratação após a esfoliação deve ser mais cuidadosa.
Portanto, durante o banho, atenção à temperatura. A água deve ser morna, quase fria. E o banho não deve ser muito demorado. Aquele enrugamento normal que acontece na pele quando ficamos muito tempo na água indica que sua pele está desidratada. Por isso, nada de transformar seu banho em uma sauna quente, com todo aquele vapor e que demora horas.
O rosto é a região do corpo que mais sofre com os efeitos do frio, lembra a especialista. Por isso, não caia na tentação da água quente para lavar. Para o rosto, use sempre água fria. O uso de buchas ou esponjas também não é indicado para essa área tão sensível. O ideal é usar uma loção ou gel de limpeza, com ação mais profunda.
Pouca gente sabe que mais de 80% da radiação ultravioleta que atinge a nossa pele durante a vida corresponde a essa exposição do dia-a-dia. "É muito maior do que quando vamos à praia", afirma Sergio Talarico, professor do departamento de dermatologia da Unifesp e coordenador do grupo de dermatologia cosmiátrica. Por isso, engana-se quem pensa que a ausência do sol está diretamente ligada ao fim dos cuidados com proteção. Mesmo no inverno, o fotoprotetor deve ser usado todos os dias.
Por fim, não se esqueça que hidratar por dentro também é fundamental. Beber dois litros de água é uma regra a ser praticada diariamente, faça frio ou calor.
Agora que você já sabe como manter sua pele macia e hidratada mesmo nos dias frios, leia as dicas que vão fazer destes cuidados um ritual de prazer:
Delicie-se com os aromas dos sabonetes, hidratantes e óleos corporais com ingredientes naturais de frutas. E sinta na pele a maciez e suavidade desses cuidados.
Os óleos trifásicos ajudam a evitar que a pele perca água, mas não substituem os hidratantes. Porém, se você quer uma pele sedosa, macia, deliciosa, não deixe de experimentar.
Fontes: Folha Online / Cyberdiet